Raccoon City nunca ficou de verdade no passado - e agora ela volta a chamar para mais uma rodada de caos, só que com cara de PlayStation 5. O que era um pesadelo conhecido ganha uma nova roupagem, mantendo aquele clima de ameaça constante que a série sabe entregar.
Resident Evil Requiem chega em 27 de fevereiro com a promessa de resgatar o survival horror mais clássico, ao mesmo tempo em que tira proveito do que há de mais recente no PS5. Para quem quer jogar no dia do lançamento, existe um detalhe importante: a pré-venda do jogo no console da Sony está com desconto, mas a janela para aproveitar tende a ser curta.
Promoção de pré-venda no PS5: quanto custa Resident Evil Requiem
Resident Evil Requiem já pode ser comprado em pré-venda e, por enquanto, a edição padrão de PS5 aparece com uma redução bem forte em relação ao preço cheio de lançamento.
| Plataforma | Preço de lançamento | Preço em promoção | Variação aproximada |
|---|---|---|---|
| PS5 | 79,99 € | 55,99 € | mais de 30% de desconto |
A versão de PS5 de Resident Evil Requiem cai de 79,99 € para 55,99 €, uma economia de mais de 30% na pré-venda.
Nessa faixa, o jogo acaba ficando com preço de “título intermediário”, mesmo sendo um lançamento grande de uma franquia consolidada. Para quem normalmente espera meses até aparecer a primeira promoção relevante, a pré-venda encurta esse tempo e ainda garante jogar assim que liberar, no dia 27 de fevereiro.
Retorno às raízes do survival horror
Requiem é o nono capítulo principal da série, e a Capcom sinaliza uma volta mais firme ao horror de sobrevivência do que à ação sem freio. A ideia é reforçar a vulnerabilidade, a falta de munição e aquela rotina de checar cada canto atrás de itens, documentos e caminhos alternativos.
O cenário também é um retorno importante para quem é fã: Raccoon City. Só que não se trata de um passeio de nostalgia. A cidade surge décadas depois do desastre biológico de 1998 - destruída, parcialmente reconstruída e ainda carregando segredos que nunca vieram totalmente à tona.
Cada bala precisa ser pensada. Cada corredor pode esconder tanto um recurso vital quanto uma ameaça que consome tudo que você tem.
O projeto está nas mãos da equipe de Resident Evil 7, o time que puxou a franquia de volta para um terror mais íntimo, com ritmo mais cadenciado e foco na tensão psicológica. Agora, a proposta é ampliar um pouco a escala sem abrir mão do clima sufocante que marcou a experiência na casa dos Baker.
Contexto e mecânicas que sustentam a tensão
A história se passa em um mundo que ainda sente os efeitos de Raccoon City. Mesmo depois de décadas, partes do que aconteceu foram apagadas, distorcidas ou encobertas por autoridades e corporações. A protagonista, Grace Ashcroft, é uma analista do FBI envolvida em um caso ligado diretamente à morte da própria mãe.
Essa investigação pessoal encaixa a trama em dois planos: o lado íntimo de Grace e o impacto global do que veio antes. O jogador precisa sobreviver, juntar pistas e, ao mesmo tempo, montar um quebra-cabeça político e familiar.
Principais características de Resident Evil Requiem
- Enfoque em survival horror clássico, com pouca margem para erros e grande pressão psicológica.
- Retorno a Raccoon City, 28 anos depois do desastre original, agora em ruínas e cheia de cicatrizes.
- Protagonista inédita, Grace Ashcroft, investigadora do FBI com motivações pessoais fortes.
- Gameplay centrado em combate tenso, puzzles elaborados e administração de recursos limitados.
- Ritmo que alterna investigação, exploração ambiente e momentos de confronto intenso.
A progressão deve pedir atenção o tempo todo. A tendência é uma dificuldade mais punitiva, com munição curta, inimigos perigosos e itens de cura raros. A sensação é de que um erro agora pode cobrar a conta algumas salas depois.
Câmera flexível: primeira ou terceira pessoa, o jogador decide
Um dos recursos mais comentados é poder alternar, a qualquer momento, entre primeira e terceira pessoa. A solução mira dois públicos: quem se acostumou com a câmera por cima do ombro dos remakes mais recentes e quem prefere a imersão total da visão em primeira pessoa.
A troca de câmera funciona como uma ferramenta estratégica: mais medo na primeira pessoa, mais leitura tática na terceira pessoa.
No uso real, isso permite atravessar um corredor apertado em primeira pessoa para sentir o perigo “na cara”, e voltar para a terceira pessoa em áreas abertas, onde a leitura de espaço e o posicionamento ficam mais importantes.
Essa alternância roda em um motor gráfico preparado para 2026, pensado para reforçar a decadência de Raccoon City. Texturas de prédios corroídos, ambientes internos escuros e personagens mais expressivos trabalham juntos para sustentar a atmosfera. No PS5, entram também os carregamentos mais rápidos e o uso de gatilhos adaptáveis e retorno tátil, aumentando o impacto de cada disparo, recarga ou encontro com criaturas.
Enredo, investigação e memórias dolorosas
Requiem não depende apenas do terror físico. A narrativa quer mexer com memórias da própria franquia e com o passado da protagonista. A investigação de Grace a obriga a voltar a documentos, fitas, diários e relatórios que conectam a tragédia de 1998 ao drama da sua família.
Para quem acompanha Resident Evil há anos, a volta a Raccoon City também serve para revisitar lugares icônicos por outro ângulo. Novas áreas, mudanças de arquitetura e pontos de vista inéditos prometem brincar com a memória do jogador: o que antes era familiar agora aparece deformado, destruído ou dominado por novas ameaças.
Ao mesmo tempo, quem está chegando agora não deve ficar perdido. A escolha de uma protagonista inédita funciona como porta de entrada: ela também está montando esse quebra-cabeça pela primeira vez, sem saber tudo o que aconteceu décadas atrás.
Para quem vale a pena a pré-venda com desconto
Com esse corte no valor, a pré-venda fica mais interessante para três perfis principais:
- Fãs da série que querem jogar no lançamento e geralmente só veem promoções meses depois.
- Jogadores de terror que valorizam campanhas focadas em atmosfera, puzzles e escassez de recursos.
- Público que gostou da virada de tom em Resident Evil 7 e espera algo na mesma linha, só que mais ambicioso.
Quem só compra em promoções muito agressivas pode optar por esperar - com o risco de tomar spoilers e ficar fora do debate inicial da comunidade. Já quem gosta de acompanhar o clima do lançamento tende a ver esse desconto como um “meio do caminho” entre pagar cheio e segurar por um ano.
Entendendo melhor alguns conceitos do jogo
“Survival horror” é mais do que sustos. O gênero se apoia em três pilares: vulnerabilidade, limitação e planejamento. Você não é um super-herói, munição e cura faltam, e cada avanço depende de escolhas calculadas. Requiem parece seguir essa cartilha bem de perto.
Outro conceito central é a “gestão de recursos”. Em termos práticos, é decidir se você leva mais munição, mais itens de cura ou deixa espaço livre para o que pode encontrar depois. Há situações em que carregar um item de puzzle ocupa o lugar de um spray de cura - e essa troca pode transformar um trecho que parecia tranquilo em um pesadelo.
Um exemplo possível: o jogador entra em um prédio com quatro balas de pistola, uma erva e espaço para apenas dois itens. No caminho, encontra munição de escopeta, um documento com código de cofre e uma peça necessária para abrir uma porta adiante. O que fica para trás? Essa escolha define como você vai encarar o próximo inimigo ou se vai precisar voltar mais tarde, talvez em condições ainda piores.
Para quem já se imagina virando noites em Raccoon City, a combinação de desconto na pré-venda, retorno ao terror de raiz e câmera flexível coloca Resident Evil Requiem entre os lançamentos mais observados do início de 2026 no PS5. Só que a promoção tende a durar pouco, o que empurra o jogador a decidir se entra nessa jornada já em 27 de fevereiro ou se deixa a cidade assombrada para outro momento.
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