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A nova Airfryer Moulinex Easy Fry Infrared, testada e aprovada por nós, agora custa menos de 100 euros.

Pessoa retirando batatas fritas da fritadeira air fryer preta Moulinex em cozinha iluminada.

O zumbido do exaustor, a fatia solitária de pizza numa assadeira, o forno a aquecer a 200 °C “só por cinco minutos”. Já era tarde, estávamos cansados, e esperar um forno grande ganhar temperatura por causa de um lanche rápido parecia quase ridículo. Em cima da bancada, a nova Moulinex Easy Fry Infrared estava ali: menor, silenciosa, com um ar ligeiramente futurista graças à cúpula preta e à frente brilhante.

Colocámos a pizza no cesto, tocámos em dois botões e fomos fazer outras coisas - meio desconfiados, meio curiosos. Sete minutos depois, a borda saiu a estalar, o queijo a borbulhar, com quase nenhum cheiro de óleo quente e sem aquela onda de calor a invadir a cozinha.

Foi aí que percebemos que algo tinha mudado, discretamente, no jeito de cozinhar do dia a dia. E, agora, este aparelho de repente aparece por menos de 100 euros.

Moulinex Easy Fry Infrared: a airfryer que não se comporta como “brinquedo”

A primeira coisa que surpreende na Moulinex Easy Fry Infrared é como ela transmite sensação de produto “adulto”. Muitas airfryers parecem grandes “ovos” de plástico e acabam esquecidas em cima da geladeira. Esta é mais compacta, com linhas mais angulares, e um acabamento que não grita “gadget baratinho”.

Na bancada, não toma conta do espaço. O painel de controlo é direto, responde bem e não vem lotado de ícones que não ajudam em nada na vida real. Você vê tempo, temperatura, modos - e pronto. O resultado é mais próximo de um forno pequeno e sério do que de uma fritadeira “disfarçada”.

E há um detalhe que aparece assim que ela começa a funcionar: a cozinha não vira uma sauna.

Desempenho real na rotina (e o que o infravermelho muda)

Em vez de testes “de estúdio”, usamos a máquina durante uma semana do jeito que as pessoas cozinham de verdade: almoços corridos, jantares tardios, petiscos de fim de semana. Batata frita congelada na quarta-feira depois do trabalho, coxas de frango marinadas na sexta à noite, legumes que sobraram para o domingo. Sem cenário perfeito, sem marmitas “instagramáveis”.

A promessa principal aqui, no papel, é a combinação de aquecimento por infravermelho com circulação de ar quente. Na prática, isso significou dourar mais depressa e precisar mexer ou virar menos os alimentos no meio do preparo. Uma assadeira de batatas rústicas caseiras ficou bem dourada por fora e macia por dentro em menos de 20 minutos.

Também fizemos um teste simples com um filé pequeno de salmão e brócolis: 10 minutos a 170 °C. A superfície deu uma leve caramelizada, o peixe continuou húmido e o brócolis não ficou murcho nem acinzentado.

Tecnicamente, o que diferencia este modelo é o modo como o infravermelho acelera o dourado na superfície, enquanto o ar quente termina de cozinhar por dentro. É essa mistura que ajuda a criar bordas crocantes sem transformar o resto em “papelão”.

E não, o infravermelho aqui não parece só conversa de marketing. Dá para notar quando você reaquece a pizza do dia anterior: o fundo volta a ficar crocante (em vez de encharcado) e o queijo não vira borracha. A sensação aproxima-se mais de um mini forno com grelha do que de um simples aquecedor com ventilação.

Em consumo de energia, o pré-aquecimento é mínimo - e, em porções pequenas, pode nem ser necessário. Comparado a ligar um forno tradicional para uma única assadeira, a diferença de tempo e eletricidade fica bem concreta quando você repete esse hábito três ou quatro vezes por semana.

Um ponto extra na prática: limpeza e “vida útil” no dia a dia

Para muita gente, a airfryer só vira rotina quando dá para limpar sem sofrimento. Mesmo sem transformar isso num ritual, a lógica de usar um cesto e uma gaveta (em vez de várias panelas) costuma reduzir a bagunça: menos gordura espirrada no fogão e menos louça “espalhada” pela pia.

Outro aspeto que ajuda a manter consistência é padronizar o que vai ao cesto: porções menores, alimentos em camada não muito grossa e um pouco de espaço para o ar circular. Isso evita o clássico resultado “morno por dentro e queimado por fora” que muita gente culpa no aparelho - quando, na verdade, é só excesso de volume.

Como usar todos os dias sem virar influencer de comida

O jeito mais simples de acertar com a Easy Fry Infrared é pensar em “bandejas pequenas” em vez de “refeições enormes”. Uma proteína, um legume, 15 a 20 minutos, e acabou. O cesto dá conta de duas porções com conforto - ou de um jantar caprichado para uma pessoa.

Uma rotina bem concreta que funcionou nos nossos testes: - corte legumes em pedaços grandes (cenoura, abobrinha, pimentão); - misture com uma colher de óleo, sal e páprica; - comece a 180 °C por 10 minutos; - depois, encaixe por cima um pedaço de frango ou tofu, mantendo a mesma temperatura por mais 10 a 12 minutos.

Você puxa a gaveta e o jantar está ali: dourado, a chiar, sem precisar coordenar três panelas no fogão. Não é comida de restaurante. É comida de dia útil que não esgota a sua energia.

Onde a maioria das pessoas se frustra com airfryer é na distância entre expectativa e realidade. Não: ela não transforma automaticamente comida congelada comum num prato digno de estrela Michelin. E sim: dá para secar o frango ou deixar as batatas tristes se você subir demais a temperatura por impaciência.

O truque é pensar em “calor médio e pequenas conferidas”. Comece um pouco abaixo do que o pré-programa sugere e dê uma olhada na metade do tempo. A frente transparente e a gaveta fácil de manusear tornam isso simples.

Sendo honestos: ninguém faz isso impecavelmente todos os dias, cronometrando e pesando cada porção. Em algumas noites, você só vai colocar nuggets congelados e apertar para começar. E isso também está tudo bem.

Durante os testes, uma frase repetiu-se entre colegas que pegaram o aparelho emprestado por uma noite:

“Eu parei de usar o forno grande para qualquer coisa com menos de 25 minutos. Isto aqui é simplesmente mais rápido e cansa menos.”

Essa é a mudança silenciosa: não é uma transformação dramática de estilo de vida, e sim menos atrito entre “eu devia cozinhar” e “eu cozinhei algo decente”.

Para manter no terreno do prático, eis o que mais acabaram a fazer com ela: - reaquecer pizza, quiche e tortas salgadas sem deixar a base murcha; - preparar batatas fritas e nuggets congelados que ficam crocantes por mais tempo no prato; - assar legumes rápidos com o que sobrou na geladeira; - tostar pedaços pequenos de pão, naan ou pita diretamente no cesto; - finalizar queijo derretido ou gratinados com um topo forte e rápido.

Por que o preço abaixo de 100 euros muda o jogo

Falemos de dinheiro, porque é aqui que esta promoção pesa. Airfryers começaram como um “extra legal” na faixa de 150 a 250 euros - aquele tipo de compra que você adia ou deixa para grandes datas de desconto. Cair para menos de 100 euros num modelo com tecnologia infravermelha e com a assinatura Moulinex muda a conta.

Deixa de ser “gasto por impulso” e passa a ser “ferramenta do dia a dia que pode devolver algo”, especialmente em energia e desperdício de comida. Você pré-aquece menos, reaquece melhor as sobras e cozinha porções menores em vez de pedir delivery só porque está cansado.

Com orçamento apertado, isso não é teoria. É a diferença entre um ciclo de forno de 40 minutos e uma sessão de cesto de 12 minutos que dá para deixar a correr enquanto você toma banho.

Ponto-chave Detalhe O que isso significa para quem lê
Combinação de infravermelho + ar quente Doura mais rápido por fora, mantendo o interior húmido Melhor textura em batatas, frango e legumes sem “afogar” em óleo
Preço abaixo de 100 € Promoção coloca o modelo em patamar de entrada com recursos de categoria superior Torna um modelo sério e testado mais acessível sem esperar grandes liquidações
Praticidade diária Pouco ou nenhum pré-aquecimento, limpeza simples, ocupa pouco espaço Substitui muitas tarefas de forno pequeno, poupando tempo, calor e eletricidade

Perguntas frequentes (FAQ)

  • A Moulinex Easy Fry Infrared cozinha mesmo mais rápido do que um forno tradicional?
    Sim, em porções pequenas a médias. Como quase não precisa de pré-aquecimento e o infravermelho acelera o dourado, é comum ganhar de 5 a 10 minutos em receitas de dia útil.

  • Dá para cozinhar para uma família ou é só para uma pessoa?
    Ela encaixa-se muito bem para uma ou duas pessoas. Para uma família, funciona melhor como um segundo “forno rápido” para acompanhamentos, lanches ou pequenas levas enquanto o prato principal vai noutro equipamento.

  • A comida fica realmente “mais saudável” do que na fritura por imersão?
    Você usa muito menos óleo do que na fritura tradicional, então a ingestão de gordura tende a cair. Do ponto de vista nutricional, o resultado fica mais perto de comida assada do que de fritura clássica.

  • Faz muito barulho ou aquece demais a cozinha?
    O ruído lembra um forno ventilado em rotação baixa, e o calor externo é limitado. Não deve transformar uma cozinha pequena num “forno” durante o verão.

  • O preço abaixo de 100 € é bom negócio ou só marketing?
    Considerando a tecnologia infravermelha, o desempenho nos testes e a qualidade de construção, ficar abaixo de 100 € coloca o modelo num ponto muito competitivo. Entre marcas conhecidas, é uma das ofertas mais convincentes neste momento.

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