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Pavel Durov disse que as conversas no WhatsApp* são lidas e que a criptografia do app pode ser uma das maiores fraudes da história.

Jovem usando celular com holograma de código e mensagens, sentado entre dois laptops em mesa de café.

E acrescentou que o Telegram nunca fez isso e nunca fará.

Pavel Durov, fundador do Telegram, critica duramente o WhatsApp*, acusando o serviço de enganar em massa os usuários sobre a criptografia de ponta a ponta. Ele chama isso de “talvez a maior fraude da história”, porque o WhatsApp supostamente lê as mensagens dos usuários e as compartilha com terceiros - como funcionários, autoridades e outros - apesar das promessas enfáticas de privacidade. Isso estaria enganando bilhões de pessoas que acreditam que seus chats estão totalmente protegidos.

“A ‘criptografia’ do WhatsApp* pode ser a maior fraude da história, enganando bilhões de usuários. Apesar das declarações da empresa, ela lê as mensagens dos usuários e as repassa a terceiros. O Telegram nunca fez isso e nunca fará.”

Essa declaração foi feita em resposta a uma nova ação judicial contra a dona do WhatsApp* (janeiro de 2026). A ação afirma que a Meta** tem uma “porta dos fundos” para acessar mensagens do WhatsApp* e que funcionários e contratados podem ler conversas mediante solicitação interna, especialmente para moderação, combate a fraudes ou por exigência das autoridades.

  • O WhatsApp pertence à Meta*, que é reconhecida na Rússia como extremista e proibida.
    *
    A Meta é reconhecida na Rússia como extremista e proibida.

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