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A IA será um novo serviço essencial, como eletricidade e água? O chefe da OpenAI afirmou que é assim que a empresa enxerga o futuro.

Homem sentado no sofá interagindo com assistente virtual iluminada sobre mesa de centro na sala.

OpenAI e a IA como serviço público: algo parecido já existe hoje

O diretor da OpenAI, Sam Altman, talvez tenha delineado o cenário para o qual, no mínimo, a própria OpenAI pretende caminhar. E esse cenário consiste em transformar a IA voltada ao consumidor em algo parecido com um serviço público.

Em sua fala na BlackRock Infrastructure Summit, Altman sugeriu que, no fim das contas, a inteligência artificial será entregue aos usuários de maneira semelhante a uma utilidade pública. Em outras palavras, algo comparável à eletricidade ou à água. E a ideia aqui não é um modelo de assinatura, já que assinaturas do ChatGPT e de outros produtos desse tipo existem quase desde o início. O ponto central é a cobrança conforme o volume de uso.

"Na prática, o nosso negócio, e eu acho que o negócio de qualquer outro fornecedor de modelos, vai se parecer com a venda de tokens."

"Nós enxergamos um futuro em que sistemas inteligentes serão serviços públicos, como eletricidade ou água, e as pessoas vão comprá-los de nós pelo medidor e usá-los como quiserem"

Em termos simples, quanto mais um usuário específico recorrer aos sistemas de IA, maior será o valor que terá de pagar. Algo nessa linha já existe hoje, mas normalmente aparece dentro de diferentes planos com determinadas restrições. Ainda assim, vários planos corporativos já consideram os tokens há bastante tempo.

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