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Os EUA criaram um escritório para combater ameaças da IA.

Homem concentrado trabalhando com mapas digitais e conexões globais em vários monitores de computador.

Em foco: inteligência artificial, ciberataques e militarização do espaço

O Departamento de Estado dos EUA criou oficialmente uma nova divisão, encarregada de antecipar e responder aos riscos vindos do Irã e de outros adversários norte-americanos que utilizam tecnologias avançadas, incluindo a inteligência artificial, como arma.

Segundo autoridades familiarizadas com o assunto, em declaração à ABC News, o Escritório de Ameaças Emergentes do Departamento de Defesa dos EUA recebeu a missão de proteger a segurança nacional dos Estados Unidos contra ciberataques, militarização do espaço e outras ações maliciosas semelhantes.

Além do Irã, os responsáveis também apontaram as novas ameaças provenientes da China, da Rússia, da Coreia do Norte e de organizações terroristas estrangeiras como áreas que exigem atenção especial.

No mesmo dia em que a Casa Branca divulgou sua política nacional de referência para a inteligência artificial, o Departamento de Estado informou oficialmente ao Congresso a criação do Escritório de Ameaças Emergentes.

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