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Segundo a Counterpoint, a participação da Huawei no mercado de smartphones deve crescer devido ao aumento acentuado dos preços da memória.

Celular com gráfico de crescimento em tela ao lado de peças de hardware em mesa de escritório.

Publicado um novo estudo sobre a Huawei e o mercado chinês de smartphones

A Counterpoint divulgou uma análise da participação de mercado de smartphones na China entre Huawei, Apple e várias outras marcas, em meio à pressão provocada pela alta dos preços dos chips de memória. O relatório também traz dados de vendas no mercado durante o período de celebração do Ano-Novo chinês.

De acordo com o relatório, as vendas de smartphones na China recuaram 4% em relação ao mesmo período do ano anterior nas primeiras nove semanas de 2026. Isso ocorreu por causa dos feriados do Ano-Novo chinês. A situação melhorou no fim de fevereiro, quando as marcas chinesas aumentaram as vendas com o apoio de programas de subsídio. Ainda assim, os descontos permaneceram limitados por um fator importante: a forte elevação dos preços da memória.

A partir deste ano, os preços de chips de memória como DRAM e NAND flash subiram de forma acentuada. Isso gerou uma escassez de oferta severa, obrigando as fabricantes de celulares a elevar os preços de seus aparelhos e a reduzir os descontos.

Enquanto Oppo e Vivo anunciaram oficialmente aumentos de preço para alguns modelos já existentes, a Huawei prefere adotar uma postura cautelosa diante da crise da memória, e isso pode se transformar em uma excelente chance para ampliar sua participação no mercado de smartphones.

No relatório da Counterpoint, lê-se: “A forte dependência da Huawei de fornecedores nacionais (chineses) lhe oferece uma margem de segurança relevante diante da alta global dos preços da memória, já que os fornecedores locais tendem a praticar preços mais baixos do que os internacionais. Espera-se que a Huawei aproveite essa oportunidade para conquistar uma fatia maior do mercado no segmento de dispositivos de baixo e médio custo”.

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