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Os EUA criaram um fundo de investimento de US$ 4 trilhões pela iniciativa Pax Silica, mas investirão apenas US$ 250 milhões.

Mesa com cofrinho de vidro com dinheiro, calculadora e relatórios financeiros, com edifício Capitol ao fundo.

De onde virão os demais recursos, não foi explicado

A iniciativa americana Pax Silica, lançada no fim do ano passado, agora prevê a criação de um fundo de investimento de US$ 4 trilhões.

Ontem, esse fundo foi apresentado por Jacob Helberg, subsecretário de Estado dos EUA para Crescimento Econômico, Energia e Meio Ambiente. Os próprios Estados Unidos destinarão US$ 250 milhões ao consórcio. Entre os fundadores também estão o gigante japonês SoftBank, a empresa singapuriana Temasek e a companhia de investimentos Mubadala Investment Co., de Abu Dhabi.

Juntas, essas três organizações administram ativos superiores a US$ 1 trilhão. Ainda assim, vale dizer que esse valor se refere aos próprios ativos delas, e não ao montante que será aportado no fundo. O consórcio também reunirá fundos soberanos de Singapura, dos Emirados Árabes Unidos, do Catar e da Suécia. No que diz respeito aos países, o Pax Silica conta atualmente com 13 participantes, entre eles Japão, Coreia do Sul, Israel, Países Baixos, Reino Unido, Austrália, Índia e Grécia.

O ponto importante é que o fundo foi apresentado, mas ninguém explicou de onde sairão exatamente os US$ 4 trilhões. Como já foi dito, os EUA investirão US$ 250 milhões. É uma quantia relevante, mas representa menos de um centésimo por cento.

Vale lembrar que o Pax Silica é uma iniciativa estratégica liderada pelos EUA, voltada à criação de uma cadeia de suprimento de silício segura, próspera e inovadora - desde minerais críticos e fontes de energia até manufatura avançada, semicondutores, infraestrutura de inteligência artificial e logística.

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