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O iPhone 18 pode usar memória chinesa da YMTC.

Smartphone branco com três câmeras traseiras e componente eletrônico sobre mesa de madeira clara.

Mas apenas nos aparelhos que serão vendidos no mercado interno chinês

A Apple pode passar a adotar chips de memória da empresa chinesa YMTC em iPhones destinados ao mercado da China. A informação foi divulgada pelo Nikkei Asia.

No passado, a Apple já chegou a trabalhar com a YMTC, mas teve de interromper a parceria após novas restrições impostas pelos Estados Unidos. Desde então, a companhia tem se apoiado principalmente em memória fornecida por fabricantes sul-coreanos. No entanto, com a escassez de DRAM e a alta nos preços dos componentes, essa estratégia teria ficado menos vantajosa. Estimativas indicam que, atualmente, a Apple pode estar pagando cerca de 70 dólares por um chip LPDDR5X.

De acordo com a publicação, a Apple poderia empregar memória da YMTC apenas nos iPhones que serão vendidos dentro da China. Esse formato ajudaria a empresa a preservar parte da margem e, ao mesmo tempo, reduzir riscos políticos ligados à regulação norte-americana, já que não se trata de uma adoção global de componentes chineses na linha de iPhone.

Outro ponto citado a favor da YMTC é o avanço tecnológico da companhia: ela já dominou a produção em massa de memória NAND com mais de 300 camadas, baseada na tecnologia Xtacking 4.0. Isso a colocou mais próxima do patamar de Samsung e SK hynix.

Segundo o Nikkei Asia, uma eventual parceria com a YMTC daria à Apple não só mais flexibilidade na estratégia de compras, como também um instrumento adicional de pressão sobre os fornecedores atuais - Samsung e SK hynix.

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