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Após voltar à Terra, o escudo térmico da nave Orion foi aprovado na inspeção inicial - desempenho considerado excelente.

Engenheiro com luva branca toca componente hexagonal de aparelho espacial enquanto outros dois observam.

Телозащитный экран миссии Artemis II выдержал нагрев лучше, чем аналогичный экран миссии Artemis I

O momento mais esperado depois da amerissagem não é só abrir a escotilha e ver a tripulação bem - é conferir se o escudo térmico “aguentou o tranco”. E, no caso da Artemis II, a primeira olhada foi animadora: os astronautas da missão de sobrevoo da Lua relataram que o escudo térmico da cápsula Integrity, da nave Orion, passou pelo retorno à Terra de forma geral muito bem.

Após a amerissagem em 10 de abril, Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen inspecionaram a parte inferior da cápsula a bordo de um navio da Marinha dos EUA. Segundo o comandante da missão, o estado da proteção térmica pareceu “notável”.

“Claro, quando nos aproximamos do veículo, houve um pouco de carbonização no chamado ‘ombro’, onde o escudo térmico encontra a estrutura em formato cônico da nave. Mas a parte de baixo - nós nos inclinamos e olhamos para a parte de baixo dessa coisa - e, para quatro pessoas apenas olhando para o escudo térmico, ele pareceu notável para nós. Parecia ótimo”, disse Reid Wiseman.

“O retorno à Terra foi realmente incrível. Foi uma aterrissagem muito suave”, acrescentou ele.

O foco extra no escudo tem a ver com a experiência da Artemis I: naquela missão, a Orion não tripulada sofreu mais danos do que o esperado. Para a Artemis II, a NASA ajustou a trajetória de entrada na atmosfera, deixando-a mais íngreme, para que o veículo passasse menos tempo nas faixas de temperatura mais extremas. Pelo que deu para ver nessa inspeção inicial, a mudança funcionou.

Ainda assim, especialistas da NASA vão analisar em detalhes o estado da proteção térmica nas próximas semanas e meses. Na Artemis II, foi realizado o último voo com essa versão do escudo térmico: nas futuras missões, a NASA pretende alterar o projeto e a abordagem de retorno.

Na próxima etapa do programa, a Artemis III deve fazer testes de acoplamento com o módulo de pouso lunar, enquanto a Artemis IV já deve devolver pessoas à Lua, na região do polo sul.

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