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A Amazon quer comprar a Globalstar por US$ 9 bilhões para competir melhor com a Starlink.

Homem aponta para pequeno satélite no céu enquanto observa constelações em tela de notebook ao ar livre.

Amazon mira a Globalstar, parceira de satélites da Apple

A Amazon está em negociações para comprar a Globalstar, segundo o Financial Times. Se avançar, a possível aquisição pode reforçar a presença da empresa no segmento de satélites de baixa órbita e ampliar o seu braço voltado ao espaço.

Um ponto que torna a tratativa mais complexa é que cerca de 20% da Globalstar pertence à Apple. Com isso, as conversas passam a envolver três partes ao mesmo tempo, o que pode mexer com as condições e com o calendário de um eventual acordo.

Caso a operação se concretize, a Amazon tende a acelerar a construção da sua própria infraestrutura de satélites e a aumentar a disputa no mercado de comunicações, em que ganham espaço as tecnologias de conexão direta de dispositivos via satélite.

A Globalstar é uma empresa norte-americana e também o nome de um sistema de comunicações por satélite que oferece chamadas de voz, transmissão de dados e serviços de localização em escala global. A companhia opera uma rede de satélites de baixa órbita (mais de 24 na segunda geração), com cobertura de quase toda a Terra, muito utilizada especialmente em áreas remotas.

Já a Amazon mantém a sua própria constelação, chamada Amazon Leo (antes conhecida como Project Kuiper). O projeto concorre com a Starlink, da SpaceX, e foi concebido para levar internet de banda larga de alta velocidade ao mundo todo. No início de 2026, havia mais de 200 satélites em órbita. O plano da empresa é colocar em operação, ainda neste ano, pelo menos 1600 aparelhos.

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