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A queda nos preços da memória é temporária. Segundo a TrendForce, os preços podem subir de 58% a 75% só no segundo trimestre.

Jovem analisando e segurando módulo de memória RAM próximo a notebook com gráficos e planilhas na tela.

Em comparação com o primeiro

Nos últimos dias, a leve queda nos preços de varejo da memória RAM, ocorrida em meio ao anúncio de uma nova iniciativa do Google, aparentemente não deve ser encarada como o início de uma normalização do mercado. Pelo menos é isso que indicam os analistas da TrendForce, que, ao contrário, projetam novas altas de preços.

Eles estimam que já no 2º trimestre - ou seja, no trimestre atual - os preços contratuais da memória DRAM convencional vão subir de 58–63% em relação ao trimestre anterior, enquanto os valores da memória NAND devem avançar de 70–75%. Em outras palavras, um aumento de uma vez e meia ou até mais, partindo de preços que já são incrivelmente altos hoje.

Segundo os analistas, os fabricantes de memória DRAM e NAND seguem realocando capacidade de produção para soluções voltadas a servidores, o que agrava ainda mais o quadro no mercado de consumo.

Também se destaca que, embora a demanda geral por DRAM por parte dos fabricantes de PCs tenha sido revisada para baixo, os próprios fabricantes de memória, ao mesmo tempo, reduziram as entregas justamente para esses fabricantes de PCs e, adicionalmente, para os fabricantes de módulos de RAM.

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