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Apenas 15% dos usuários deixaram de usar senhas manuais e passaram a usar biometria, segundo pesquisa da Honor.

Jovem trabalhando em laptop e depois usando smartphone, sentado à mesa com café e caderno.

Pesquisa da Honor sobre senhas, PINs e biometria na Rússia

A Honor divulgou os resultados de um levantamento sobre como as pessoas na Rússia desbloqueiam dispositivos e protegem contas com senhas, códigos PIN e biometria. Segundo a empresa, 61% dos entrevistados ainda recorrem com frequência a senhas e PINs, 23% combinam essas opções com biometria, e apenas 15% afirmam ter abandonado totalmente a digitação manual, preferindo exclusivamente impressão digital ou reconhecimento facial. Mesmo assim, quase metade dos participantes - 41% - concorda que o desbloqueio biométrico é mais rápido do que usar senha.

Imagem: Honor

Há falhas básicas na segurança de senhas

O estudo também aponta que parte dos utilizadores mantém hábitos elementares de risco na gestão de senhas. Um em cada oito admitiu usar combinações simples como admin, qwerty ou sequências numéricas; outros 8% escolhem como senha o próprio nome e sobrenome ou o nome do animal de estimação.

Quando o tema é diversidade de credenciais, 30% disseram criar senhas únicas para cada serviço. Em contrapartida, 16% repetem a mesma senha em tarefas diferentes, e mais 37% se viram com apenas duas a quatro combinações.

Quanto ao armazenamento, a maioria (59%) guarda as senhas apenas “na cabeça”, enquanto 29% preferem anotá-las em papel, 13% registam em notas no smartphone, e 8% mantêm em ficheiros no computador.

Esquecimento, invasões e perda de acesso a contas

Sobre memória e acesso, 6% esquecem senhas com regularidade, e para 43% isso acontece de vez em quando. Quase um quarto - 23% - declarou que as próprias contas já foram invadidas, e outros 27% notaram tentativas suspeitas de login.

A perda de acesso a redes sociais ou e-mail foi relatada por 24% dos entrevistados; no caso de banco online, por 12%. Além disso, 8% disseram já ter esquecido a senha de uma carteira de criptomoedas.

Biometria: mais prática, mas nem sempre fiável

De modo geral, os participantes descrevem a biometria como um recurso cómodo, porém não totalmente confiável. Para 45%, o leitor facial ou de impressão digital ajudou a desbloquear o aparelho rapidamente em momentos de pressa; 19% destacaram que a biometria foi útil depois de esquecer senhas.

Ao mesmo tempo, 29% enfrentaram falhas no reconhecimento facial ao ar livre durante mau tempo, 17% tiveram problemas por causa de óculos ou máscara, 16% relataram dificuldades após dormir ou com mudanças na aparência, e 22% mencionaram erros do sistema. Nessas situações, 46% passam imediatamente para a introdução do código PIN.

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