Nesta semana na ciência: a ESA apura uma bola de fogo que cruzou os céus europeus e danificou uma casa na Alemanha; meteorologistas registram um brilho intrigante vindo de árvores durante tempestades; descobrem que rainhas de mamangava conseguem “mergulhar” naturalmente por dias; além de novidades sobre apêndice, poliaminas e tratamentos com células-tronco.
Em meio a tantos achados, vale lembrar que observações do público (como relatos e vídeos) e redes de monitoramento científico costumam se complementar: quando um evento é raro e rápido, como um meteoro luminoso, cada registro ajuda a reconstruir trajetória, tempo e possíveis fragmentos no solo.
ESA investiga bola de fogo sobre a Europa após meteoritos atingirem casa na Alemanha
A Agência Espacial Europeia (ESA) está investigando uma bola de fogo observada sobre a Europa em 8 de março, que acabou abrindo um buraco no telhado de uma residência na Alemanha.
O fenômeno brilhou por cerca de seis segundos, pouco antes das 19h no horário da Europa Central (CET) - 18h (GMT) - no domingo. Pessoas em Bélgica, França, Alemanha, Luxemburgo e Países Baixos relataram ter visto o rastro luminoso.
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Árvores foram vistas emitindo uma luz fantasmagórica durante uma tempestade pela primeira vez
Pela primeira vez em observações na natureza, meteorologistas detectaram minúsculas explosões de luz ultravioleta (UV) saindo das pontas das folhas de árvores durante tempestades.
O meteorologista Patrick McFarland comenta que, se alguém tivesse uma visão “sobre-humana”, “acredito que veria essa faixa de brilho no topo de cada árvore sob a tempestade”.
“Provavelmente pareceria um show de luz bem impressionante, como se milhares de vagalumes piscando em UV tivessem descido sobre as copas.”
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Finalmente entendemos como rainhas de mamangava conseguem sobreviver debaixo d’água por dias
Um estudo novo e inesperado sugere que rainhas de mamangava conseguem respirar debaixo d’água por uma semana ou mais ao se valerem de uma espécie de ‘brânquia física’.
Trata-se de uma capacidade que pode ajudar o “coração” de uma colónia a atravessar uma crise - por exemplo, quando o ninho alaga. Assim, a rainha pode sobreviver, resistir ao período crítico e reconstruir quando as condições voltarem a ficar mais estáveis. A descoberta também indica que algumas espécies talvez guardem reservas ocultas de resiliência contra extremos ambientais.
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Evolução continua reinventando o apêndice - e por que isso pode ser importante
Pesquisadores afirmam que o apêndice não é uma simples sobra do passado: a evolução segue “reinventando” esse órgão, que tem um papel relevante na função imunológica.
“O apêndice não é uma peça sobressalente de ‘último recurso’, mas também não é indispensável hoje. A biologia humana reúne muitas características que já foram vantajosas e agora são marginais - e compreendê-las permite que a medicina tome decisões modernas melhores”, escrevem os autores.
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Suplemento popular anti-idade pode alimentar o crescimento do cancro - eis o motivo
Cientistas identificaram de que forma compostos chamados poliaminas, frequentemente vendidos como suplementos anti-idade, podem impulsionar o crescimento do cancro.
Isso está longe de significar que poliaminas, de modo geral, causem cancro. O que o trabalho aponta é que, quando o cancro já começou por alguma falha biológica, as células tumorais podem se apropriar das vantagens oferecidas pelas poliaminas para sobreviver e se espalhar com mais facilidade.
Como em qualquer suplemento, o ponto central é contexto e risco individual: em especial para pessoas com histórico de cancro ou em investigação clínica, decisões devem ser tomadas com orientação profissional e avaliação criteriosa de evidências.
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Tratamentos com células-tronco para Parkinson e insuficiência cardíaca aprovados em estreia mundial
O Japão aprovou terapias com células-tronco para Parkinson e para doença cardíaca, com expectativa de que pacientes comecem a receber o tratamento dentro de alguns meses.
“Espero que isso traga alívio aos pacientes não apenas no Japão, mas no mundo todo”, disse o ministro da saúde Kenichiro Ueno numa coletiva de imprensa.
“Vamos conduzir rapidamente todos os procedimentos necessários para garantir que chegue a todos os pacientes, sem falhas.”
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