O Galaxy S26 Ultra representa o auge da linha de smartphones da Samsung. Nesta edição de 2026, a marca não revoluciona a receita no campo técnico, mas aposta o foco total no uso do dia a dia com recursos de peso. O resultado vale o investimento? É isso que vamos ver neste teste.
Todos os anos, a versão Ultra da família Galaxy S funciona como a vitrine máxima da Samsung em smartphones. Em 2026, o Galaxy S26 Ultra segue exatamente essa lógica. Se por um lado ele continua muito próximo do antecessor em termos de hardware, por outro a Samsung escolheu inovar na experiência de uso.
Sem surpresa, o Galaxy S26 Ultra é o modelo mais completo do catálogo da marca. É o melhor em fotografia, em tela, em desempenho... exatamente o papel que um verdadeiro carro-chefe precisa cumprir. Para se destacar em um mercado cada vez mais competitivo, a Samsung aposta em dois diferenciais fortes e exclusivos: a inteligência artificial contextual e, principalmente, o Privacy Display, que protege a tela de olhares curiosos. Isso é suficiente para justificar a compra? Passamos dez dias com o Galaxy S26 Ultra e este é o nosso veredito.
Galaxy S26 Ultra 512 GB pelo melhor preço
Preço inicial: € 1.669
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Preço e disponibilidade
Vamos ser diretos: o Galaxy S26 Ultra é caro. Isso não surpreende, já que ele assume sem rodeios a proposta de smartphone premium em todos os aspectos. Confira os preços anunciados:
- Galaxy S26 Ultra/256 GB: 1.469 euros
- Galaxy S26 Ultra/512 GB: 1.669 euros
- Galaxy S26 Ultra/1 TB: 1.969 euros
Ele chega ao mercado em 11 de março de 2026, em quatro opções de cor: preto, branco, azul e violeta - como na nossa unidade de teste.
| Galaxy S26 Ultra | |
|---|---|
| Dimensões | 163,6 x 78,1 x 7,9 mm |
| Peso | 214 g |
| Tela | - 6,9" LTPO - 3.120 x 1.440 pixels - brilho máximo de 2.600 nits - Gorilla Glass Armor 2 |
| Taxa de atualização | - 1 a 120 Hz |
| Chip | - Snapdragon 8 Elite Gen 5 |
| Opções de RAM / armazenamento | - 12/256 GB - 12/512 GB - 12/1 TB |
| Versão do sistema | - One UI 8.5 baseado no Android 16 - 7 anos de atualizações de software |
| Câmeras principais | - principal: 24 mm (f/1,4) com OIS, 200 MP - ultra-angular (f/1,0), 50 MP - teleobjetiva periscópica: zoom óptico 5x, 111 mm, f/2,8, 50 MP - teleobjetiva com zoom óptico 3x, 10 MP |
| Câmera frontal | - 26 mm, f/2,2, 12 MP |
| Biometria | - leitor de impressão digital sob a tela - desbloqueio por reconhecimento facial |
| Outros sensores | - NFC |
| Porta | - USB-C |
| Bateria | - 5.000 mAh |
| Carregamento | - carregamento rápido de 60 W |
| Certificação IP | - IP68 |
| Cores | - azul, preto, branco, violeta |
No design, a Samsung dá um passo atrás
Não é no design que está a grande novidade. Ainda assim, existem vários ajustes em relação ao Galaxy S25 Ultra, alguns bem-vindos, outros nem tanto. O mais visível é a chegada do módulo que reúne as três câmeras traseiras. Isso não muda radicalmente o visual, mas aproxima o Ultra da linguagem dos demais modelos da linha, como o Galaxy S26 e o Galaxy S26+. Goste você ou não, é uma questão de preferência; o fato é que o conjunto continua com uma distribuição questionável: quando o aparelho fica apoiado com a traseira para baixo, ele balança. Para digitar com um dedo quando está sobre a mesa, isso é bem incômodo.
Há também mudanças mais discretas. A tela ficou com cantos mais arredondados, o telefone está um pouco mais fino que o S25 Ultra - 7,9 mm contra 8 mm - e também mais leve, com 214 gramas. A S Pen continua presente, mas agora só pode ser guardada de uma única maneira, ao contrário do que acontecia antes, por causa do arredondamento das bordas. Dá para se acostumar, mas isso irrita bastante nos primeiros dias.
No uso na mão, outra mudança salta aos olhos de quem já conhece as versões anteriores do Ultra: o titânio sai de cena e dá lugar ao alumínio. Trata-se de um rebaixamento adotado pela Samsung por questões de custo. O titânio transmitia uma sensação realmente mais sofisticada, que aqui se perde um pouco. Uma pena. A tampa traseira, ainda feita de vidro temperado, traz certificação Gorilla Glass Victus 2. Mesmo assim, o acabamento é sensível a micro-riscos. E olha que usamos o aparelho emprestado com muito cuidado: em apenas dois dias, já notamos marcas feias. Neste caso, o dano é na pintura. Inaceitável em um produto de 1.500 euros.
No geral, a Samsung não muda a equação de design com o Galaxy S26 Ultra. Dá até para falar em retrocesso, por causa da saída do titânio, da limitação da S Pen ou da traseira que marca com facilidade. É difícil entender essa decisão, ainda mais porque o Galaxy S25 Ultra já era quase impecável nesse ponto. Felizmente, o aparelho continua no topo da cadeia quando o assunto é hardware.
Uma parte técnica impecável
Alguém realmente esperava algo diferente da excelência quando o assunto é o hardware do Galaxy S26 Ultra? A Samsung caprichou e colocou nele o que há de mais recente. Isso começa pela tela AMOLED LTPO de 6,9 polegadas, com resolução de 3.120 x 1.440 pixels. Na proteção, ela conta com Gorilla Glass Armor 2. Ao contrário da traseira, essa superfície se mostrou mais resistente a micro-riscos, o que é ótimo. Em dez dias de uso, não vimos marcas, e isso sem película adicional.
Tecnicamente, o painel não apresenta falhas. O contraste infinito agrada imediatamente, como é típico de AMOLED, as cores têm ótimo equilíbrio - especialmente no modo natural - e o brilho está no nível certo, chegando a 2.600 nits no pico. Isso garante excelente leitura ao ar livre, inclusive sob sol forte. Some a isso o retorno do melhor tratamento antirreflexo do mercado. Assistir a uma série em um parque, por exemplo, é totalmente viável. É uma tela muito boa e, acima de tudo, confortável, com os cantos levemente arredondados deixando a imagem mais suave. A grande novidade, claro, é o Privacy Display, que reduz drasticamente o ângulo de visão, mas falaremos disso mais adiante.
Em desempenho, a Samsung optou pelo Snapdragon 8 Elite Gen 5, enquanto os outros dois modelos da linha S26 usam Exynos 2600. Sem nenhuma surpresa, o Snapdragon entrega potência de sobra e hoje é o chip mais forte do mercado. O uso fica totalmente fluido em navegação, recursos de IA, fotografia e jogos. Tudo responde na hora, mesmo com vários aplicativos abertos ao mesmo tempo. Nos games, os principais títulos rodam no máximo a 60 quadros por segundo, sem engasgos nem travamentos. O aquecimento também é bem controlado, embora seja possível senti-lo na mão. Usar uma capinha ou conectar um controle ajuda a resolver esse detalhe. É um smartphone com tudo no lugar certo, capaz de agradar tanto profissionais quanto jogadores e fotógrafos.
Nossa única ressalva fica por conta da autonomia. Enquanto fabricantes chineses têm avançado com força nesse campo graças às baterias de silício-carbono, a Samsung parece um pouco atrás. O Galaxy S26 Ultra vem com uma bateria de 5.000 mAh. À primeira vista, isso pode parecer pouco, mas a boa otimização da One UI 8.5 compensa parte da limitação. Ainda assim, o S26 não acompanha rivais como Honor Magic8 Pro, Realme GT 8 Pro e Oppo Find X9 Pro. No uso normal, conseguimos fechar um dia, chegando ao horário de dormir com algo entre 25% e 35% restantes. É pouco quando a concorrência entrega dois dias. Vai enfrentar uma jornada pesada, com muitas fotos? Leve um power bank. Testamos o aparelho durante a MWC, uma feira de tecnologia, e fomos obrigados a recarregá-lo várias vezes ao dia na sala de imprensa. Para compensar, a Samsung inclui carregamento rápido de 60 W, que leva o smartphone de volta à vida em cerca de 45 minutos. É um consolo limitado.
O resultado é um telefone tecnicamente muito forte, mas não perfeito. Em um momento em que as baterias maiores estão se popularizando, o Galaxy S26 Ultra parece ter ficado para trás. Uma pena.
E a fotografia?
A fotografia é uma das grandes disputas no segmento premium. Concorrentes como Honor, Oppo e Xiaomi estão agressivos nessa área. Mesmo assim, a Samsung escolheu seguir uma abordagem mais conservadora, mantendo o mesmo conjunto da geração passada - que, por sua vez, já era igual ao da anterior. Ainda assim, a marca mexeu nas aberturas para capturar imagens mais luminosas. E, vendo os resultados, a decisão faz sentido.
As câmeras do Galaxy S26 Ultra são estas:
- Grande-angular de 200 MP, 24 mm, f/1,4, com OIS
- Ultra-angular de 50 MP, f/1,0
- Teleobjetiva periscópica de 50 MP, f/2,8, com zoom óptico 5x
- Teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico 3x
As fotos são excelentes. A Samsung sabe exatamente o que faz e controla muito bem os contrastes e a luz. As cores naturais e a nitidez impecável agradam bastante. Em ambientes internos, externos, em macro ou em planos abertos, os resultados são sempre muito bons. Dá até para criticar uma assinatura um pouco fria, mas, no geral, o conjunto beira a perfeição. O sensor de 200 megapixels convence - e muito.
O mesmo vale para a ultra-angular. Normalmente o ponto mais fraco dos smartphones, aqui ela entrega imagens de qualidade, sem deformações incômodas.
Para fotografar assuntos distantes, o Galaxy S26 Ultra recorre a dois sensores. E de novo os resultados são muito bons, com zoom óptico 3x e 5x, além de zoom digital 100x. Até 10x não há perda relevante de qualidade; já no limite máximo, os resultados obviamente ficam inutilizáveis. Nesse ponto, a IA entra em ação para salvar o que dá. É útil quando você quer capturar um detalhe específico à distância, como em frente a uma paisagem, mas não vai além disso.
E o modo noturno? A Samsung acerta em cheio, com imagens bastante agradáveis. Aqui, a fabricante escolheu sacrificar um pouco do realismo em favor da legibilidade. É uma aposta arriscada, mas que funciona, porque os registros noturnos ficam muito bons. Notamos, por exemplo, um céu mais claro em vez de totalmente preto, mas sem aqueles halos luminosos feios que costumam estragar fotos em aparelhos concorrentes. O resultado fica ligeiramente abaixo do Pixel 10 Pro ou do Honor Magic8 Pro, mas a Samsung se sai bem - até muito bem.
Na parte de vídeo, o Galaxy S26 Ultra grava em 8K a 30 fps. O que mais impressiona é a estabilização. Nós o usamos em feira e praticamente deixamos de precisar de gimbal. Os vídeos publicados pela Presse-citron nas redes sociais, superestáveis, foram gravados à mão livre. Nesse ponto, a Samsung acerta forte.
No fim das contas, o Galaxy S26 Ultra está entre os melhores smartphones para fotografia do mercado. Pelo preço, era o mínimo esperado, embora seja verdade que Honor Magic8 Pro e Pixel 10 Pro fiquem um pouco à frente. Em vídeo, ele deve agradar especialmente quem valoriza estabilização de alto nível. É uma excelente escolha.
Privacy Display: a tela de privacidade que muda tudo?
A principal novidade do Galaxy S26 Ultra é também o recurso que a Samsung mais destaca na comunicação: o Privacy Display. Na prática, quando essa função está ativa, você precisa estar bem de frente para a tela para enxergar o conteúdo. Se olhar de lado, verá apenas um painel apagado, ou no máximo bem escuro. Esse tipo de solução existe há bastante tempo no universo dos PCs, mas aqui ela foi bastante aperfeiçoada e tem utilidade real no dia a dia.
A grande vantagem é que a Samsung conseguiu unir tecnologia e uso prático, algo que nem sempre acontece. No painel de atalhos, dá para ativar o Privacy Display com um único toque. Isso é muito conveniente. E para que ele serve? Para proteger seus dados em lugares públicos, no metrô, no escritório ou até durante um almoço com outras pessoas. No metrô de Paris, por exemplo, lemos mensagens particulares e trocamos músicas no Spotify sem receio de olhares indiscretos. A sensação de privacidade é realmente agradável, porque sim: o recurso funciona, e funciona muito bem.
O Privacy Display não é apenas um filtro ligado manualmente quando você quer. A Samsung teve a boa ideia de conectá-lo ao contexto de uso. Por exemplo, ele pode ser ativado automaticamente ao abrir um aplicativo previamente selecionado. Isso é útil, porque ninguém lembra de fazer isso toda vez. E há mais: é possível ocultar apenas as notificações, mantendo o restante da tela visível. Na nossa opinião, esse é o uso mais inteligente. Com o telefone sobre a mesa, você não precisa que o colega leia as mensagens recebidas quando vem falar com você. Testado e aprovado.
Esse avanço só é possível graças a uma nova tecnologia da Samsung Display. O painel AMOLED desliga alguns pixels e concentra a luz diretamente para a frente, em vez de espalhá-la para os lados. Além de funcionar de verdade, isso se torna um diferencial importante para a Samsung, já que a solução é única no mercado. A Samsung Display equipa diversos fabricantes, e o Privacy Display pode até se popularizar no futuro, mas, por enquanto, apenas o Galaxy S26 Ultra conta com isso. É uma verdadeira virada de jogo, com peso real na decisão de compra.
E a IA, onde entra nisso tudo?
Nos últimos anos, a Samsung vem empurrando a inteligência artificial em seus smartphones por meio do Galaxy AI. O Galaxy S26 Ultra mantém os recursos já conhecidos, como transcrição de voz em texto, tomada de notas simplificada, resumo de artigos, escrita gerativa, Now Brief e Now Bar. Ainda assim, a marca avançou discretamente com a IA contextual.
Na prática, isso quer dizer que a inteligência artificial aparece menos e funciona de forma mais natural - uma proposta que a Samsung chama de Now Nudge. Um exemplo é a integração com o teclado virtual. Se você receber uma mensagem convidando para uma festa em determinado dia, a IA pode consultar sua agenda e abrir um aviso contextual dizendo se você está livre ou não. Pediram uma foto de um evento específico? Um link para a galeria aparece automaticamente. É esperto, às vezes útil, mas infelizmente isso só existe no teclado da Samsung. Se você usa o Gboard, por exemplo, fica de fora. É bacana, mas não muda completamente a experiência.
A IA também foi aplicada à edição de fotos. Agora é possível alterar uma imagem com um comando escrito. Em uma foto de gato, basta digitar “coloque um chapéu pequeno nele” para que isso aconteça. É divertido, mas também útil para tarefas reais. Você pode pedir diretamente para a IA apagar turistas de uma foto de viagem ou adicionar céu bonito a uma cena nublada. Esses recursos já existiam antes, mas agora ficaram mais simples. Em resumo, é o tipo de uso que a IA deveria realmente entregar, em vez de acrescentar funções pouco úteis que exigem esforço extra do usuário. Um bom trabalho da Samsung.
A isso se soma a interface One UI, aqui na versão 8.5. Clara, direta e intuitiva, ela continua sendo uma das melhores interfaces do mercado. E mais: se você tem um ecossistema Samsung completo, com Galaxy Tab ou Galaxy Book, a integração traz um ganho concreto, seja para transferir arquivos rapidamente, seja para mover suas anotações de um dispositivo para outro.
Outra vantagem importante é a longevidade. Os sete anos de atualizações ajudam a justificar o investimento para quem pensa em ficar bastante tempo com o aparelho. Em um segmento onde o preço é alto, saber que o software continuará recebendo suporte por anos faz diferença, especialmente para quem quer preservar valor de revenda e evitar trocas frequentes.
Então, vale a compra?
Com o Galaxy S26 Ultra, a Samsung inovou pouco em relação ao ano passado. Ainda assim, o smartphone continua muito bem resolvido e forte do ponto de vista técnico. Excelente em fotografia, com uma tela impecável e um processador poderosíssimo, ele tem muitos argumentos a favor. Mas convence sobretudo pelo uso cotidiano, principalmente com o Privacy Display, que de fato faz diferença e é difícil abandonar depois que você se acostuma. Seria uma vitória incontestável? Não exatamente.
O Galaxy S26 Ultra deixa um gosto amargo. Sim, ele é bom, mas a ausência de evolução levanta dúvidas. Enquanto a concorrência avança, sobretudo em autonomia e fotografia, a sensação é de que a Samsung anda no mesmo lugar, saindo da liderança para a posição de perseguidora. Além disso, há recuos difíceis de ignorar, principalmente no design - adeus, titânio - e na S Pen. O saldo final é este: um ótimo telefone, mas que já não reúne todos os trunfos necessários para encantar sem ressalvas.
Ainda assim, o Galaxy S26 Ultra deve agradar quem procura um ultra premium equilibrado e confortável de usar. Também faz sentido para quem gosta de tomar notas ou quer esconder a tela de olhares alheios - e, de todo modo, o Privacy Display tende a se espalhar com o tempo. Executivos e profissionais que buscam um produto sóbrio, porém eficiente, também podem se interessar. O mesmo vale para videomakers atraídos pela estabilidade impressionante dos vídeos. A Samsung segue no topo, sem dúvida, mas o Galaxy S da linha Ultra já não é mais o item obrigatório que foi um dia; hoje ele é apenas um excelente produto entre outros.
Galaxy S26 Ultra 512 GB pelo melhor preço
Preço inicial: € 1.669
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Samsung Galaxy S26 Ultra
€ 1.469
Nota geral: 7,8/10
Design e ergonomia
7,5/10
Tela
9,5/10
Desempenho e fotos
9,5/10
Autonomia
6,0/10
Custo-benefício
6,5/10
Gostamos
- Processador muito potente
- O Privacy Display, uma verdadeira virada de jogo
- A S Pen
- Excelente em fotografia
- IA mais discreta e eficiente
Gostamos menos
- O abandono do titânio
- A traseira que risca
- Autonomia abaixo do esperado
Comprar o Galaxy S26 Ultra
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