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Saia da frente, Starlink. A Blue Origin planeja lançar até 51.600 satélites em órbita.

Jovem operando tecnologia futurista para monitorar satélites com vista da Terra do espaço.

Para data centers espaciais da Blue Origin

A Blue Origin está apresentando o Project Sunrise como uma infraestrutura para atender à demanda crescente por computação de IA. Na visão da empresa, data centers espaciais podem tornar a capacidade de processamento para inteligência artificial mais acessível e reduzir a dependência de centros de processamento de dados em solo, que já enfrentam limites de energia, espaço físico e expansão.

Como já foi informado hoje, a Blue Origin pretende criar uma gigantesca constelação de satélites para data centers espaciais com 51 600 veículos espaciais, e agora surgiram novos detalhes técnicos sobre o projeto. De acordo com um documento enviado à FCC (Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos), os aparelhos devem ser colocados em órbitas síncronas com o Sol, a uma altitude de 500 a 1800 km, com inclinação entre 97 e 104 graus. Cada plano orbital poderá abrigar até 1000 satélites.

Para a comunicação entre os satélites, a proposta prevê uso intensivo de enlaces ópticos, a fim de reduzir a dependência do espectro de radiofrequência. A transmissão de dados para a Terra ocorrerá por meio do sistema TeraWave e de redes mesh.

A Blue Origin ainda não lançou nenhum satélite TeraWave e utilizou o foguete New Glen apenas duas vezes. Nos documentos, a empresa afirma que planeja colocar em órbita os primeiros aparelhos da constelação TeraWave até o fim de 2027.

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