Lançamento do iPhone 18 Pro é esperado para este outono
As tentativas da Apple de aprimorar o aplicativo Câmera do iPhone 18 Pro levaram a empresa a avaliar a compra da Halide, mas as conversas acabaram fracassando e, depois disso, surgiu uma disputa judicial acirrada entre os cofundadores da startup.
No verão de 2025, a Apple negociou a aquisição da Lux Optics, desenvolvedora dos populares apps de câmera para iPhone - Halide, Kino e Spectre. A empresa concluiu que, no futuro, após a atualização do aplicativo, poderia apresentar condições mais vantajosas. Dois meses depois de as conversas terminarem sem acordo, a Apple passou a buscar a colaboração do cofundador e designer da Lux, Sebastian de With.
Segundo relatos, o CEO e cofundador da Lux, Ben Sandofsky, demitiu de With em dezembro por irregularidades financeiras. Em janeiro, de With anunciou que havia se juntado à equipe de design da Apple.
Sandofsky entrou com uma ação na Suprema Corte da Califórnia, em Santa Cruz, contra de With, acusando-o de usar indevidamente mais de US$ 150.000 dos recursos da empresa Lux para pagar despesas pessoais desde 2022, além de repassar à Apple materiais confidenciais e o código-fonte da Lux.
Durante as negociações para comprar a Lux, funcionários da Apple teriam dito à startup que sua propriedade intelectual era um fator importante na avaliação da empresa. Ao que tudo indica, a Apple queria adquirir a Lux para fortalecer o aplicativo nativo Câmera, que, segundo se diz, é “a principal prioridade da empresa no momento”. Na avaliação da companhia, o iPhone 18 Pro “vai se igualar às câmeras profissionais em uma série de recursos avançados”, o que exigiria uma atualização do aplicativo nativo Câmera.
Os advogados de de With afirmam que a ação não tem fundamento e negam que ele tenha “usado, transmitido ou divulgado qualquer propriedade intelectual da Lux” no exercício de sua nova função na Apple. Eles acrescentaram que o processo só foi apresentado depois que de With manifestou a Sandofsky preocupações sobre irregularidades financeiras na Lux e solicitou acesso aos relatórios financeiros e aos pagamentos da empresa, sugerindo que isso foi “uma represália a essas atitudes e uma tentativa de evitar a apuração desse comportamento”.
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