Trocar o MacBook Pro com M5 Max só faz sentido em parte dos cenários
O autor do canal Max Tech publicou um teste extenso em que comparou o desempenho do MacBook Pro com a SoC mais recente, a M5 Max, com o do MacBook Pro equipado com todas as gerações anteriores da plataforma M Max.
A primeira coisa que vale destacar é a velocidade do SSD. Ela praticamente dobrou, enquanto nas gerações anteriores quase não havia mudança. Agora, os novos notebooks da Apple trazem SSDs com PCIe 5.0, algo que por enquanto ainda aparece em apenas alguns notebooks Windows.
Quando o assunto é desempenho, vamos deixar de lado a parte puramente sintética para focar primeiro nos aplicativos reais.
Por exemplo, no Figma a M5 Max quase não traz vantagem. A M4 Max fica atrás só dentro da margem de erro, e a própria SoC M1 Max continua muito boa.
É no Blender que a diferença começa a aparecer com muito mais força. Nesse caso, a nova M5 Max é quase duas vezes mais rápida que a M4 Max e, em relação à M1 Max, a diferença já chega a sete ou oito vezes.
No Xcode, a nova plataforma volta a superar por pouco a solução da geração anterior, enquanto no Logic Pro a M4 Max, na verdade, permite abrir mais faixas do que a plataforma nova.
Também não há uma diferença relevante no Lightroom e, na exportação, o novo notebook perdeu até para a geração retrasada. No Final Cat, o lançamento parece melhor, mas isso também depende do modo usado. Por outro lado, a autonomia do novo notebook é a melhor de todas.
No fim das contas, dá para dizer que sair da M4 Max para a M5 Max nem sempre compensa. Em alguns casos, o modelo novo até fica atrás. Já a troca da M1 Max ou da M2 Max sempre traz, no mínimo, um ganho bastante perceptível - ou então um salto realmente gigantesco.
Comentários
Ainda não há comentários. Seja o primeiro!
Deixar um comentário