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Gasolina 95 ou 98. Qual deve escolher antes de abastecer para evitar problemas

Carro elétrico esportivo verde escuro exibido em showroom com iluminação refletida no chão brilhante.

Não se trata apenas de preço. As diferenças entre gasolina 95 e gasolina 98 podem ser bem mais relevantes do que muita gente imagina. A escolha do combustível influencia o consumo, o desempenho e até a durabilidade do motor.

Na prática, o que significam os números 95 e 98 ligados às octanas? A gasolina 98 realmente “tem mais energia” ou esse número aponta para outra característica do combustível? E os selos E5 e E10 - afinal, a que eles se referem?

Neste primeiro episódio, focado nas diferenças entre gasolina 95 e 98, contamos com a participação de Pedro Marques, pesquisador do INEGI - Instituto de Ciência e Inovação em Engenharia Mecânica e Engenharia Industrial, que respondeu às nossas perguntas.

Consumidores mais informados

Para deixar claro que nem todo combustível é igual, a Razão Automóvel, com apoio da BP, deu início a esta nova série no YouTube. A ideia é ajudar o consumidor a abastecer com mais informação e segurança, entendendo o que muda entre as opções disponíveis no posto.

Como explicamos no vídeo, pode aparecer no meio do conteúdo um anúncio do cartão Poupa Mais da BP e dos seus descontos. Ainda assim, o compromisso é tratar o tema de forma independente, objetiva e baseada em fatos - esclarecendo dúvidas que acompanham milhões de consumidores quando o assunto é combustível.

Gasolina 95 e 98: documento do INEGI com as diferenças e impactos no motor

A partir deste primeiro episódio, também foi produzido um material técnico, preparado por Pedro Marques (INEGI), que organiza de maneira sistemática as principais diferenças entre gasolina 95 e gasolina 98 e os impactos dessas escolhas nos motores.

Você pode consultar o documento no botão indicado abaixo (conforme mostrado no vídeo).

Octanas, E5, E10 e a presença de biocombustível (etanol)

Além de abordar as octanas, o documento também trata da incorporação de biocombustível - ou, em outras palavras, da adição de etanol na gasolina, tema diretamente relacionado aos selos E5 e E10.

Esse ponto ganha ainda mais importância em veículos mais antigos, especialmente com mais de 20 anos. Vale lembrar que, em Portugal, circulam mais de 1,2 milhão de veículos com mais de duas décadas de uso.

Um cuidado adicional que ajuda em qualquer cenário é conferir o manual do carro e as recomendações do fabricante: tipo de gasolina indicado, compatibilidade com misturas com etanol (E5/E10) e exigências do sistema de injeção e do gerenciamento eletrônico. Quando a orientação do fabricante é clara, ela costuma ser o caminho mais seguro para evitar ruídos de detonação, perda de rendimento e desgastes prematuros.

Também é importante considerar o seu perfil de uso. Em trajetos curtos e uso urbano intenso, por exemplo, fatores como manutenção em dia (velas, filtros, bicos injetores) e qualidade do combustível tendem a pesar tanto quanto a escolha entre gasolina 95 e gasolina 98. Em muitos casos, a decisão mais eficiente é a que combina recomendação do fabricante, condição do motor e custo-benefício no seu tipo de rodagem.

Próximo episódio: combustível normal vs. combustível premium

No próximo episódio, o tema muda: vamos falar das diferenças entre combustível normal e combustível premium.

Inscreva-se no canal da Razão Automóvel no YouTube para receber uma notificação sempre que sair um novo episódio desta série com apoio da BP. Aos responsáveis do INEGI, deixamos nosso agradecimento pela colaboração.

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