Três modelos, uma única promessa, mas sob holofotes bem desiguais. Mais uma vez, a Samsung concentrado a atenção da linha S26 no Ultra, enquanto o S26 tradicional fica em segundo plano. Mesmo assim, é ele quem deve responder pela maior parte das vendas. Menor, mais barato e mais fácil de recomendar, ele representa o ponto de equilíbrio da família. A dúvida é simples: essa fórmula ainda guarda alguma faísca capaz de provocar vontade de compra?
Quase dá para esquecer que a linha continua com três aparelhos. Desde o fim de fevereiro, quando a nova geração do Galaxy S foi apresentada oficialmente, a Samsung direcionou praticamente toda a sua força de comunicação para o Ultra. Houve destaque para o desempenho das câmeras, para a potência do Snapdragon 8 Gen 5 e, acima de tudo, para uma demonstração tecnológica de peso com o Privacy Display. A proposta da tecnologia é restringir os ângulos de visão e proteger a tela de olhares curiosos; no nosso teste completo do modelo, explicamos isso com mais profundidade.
Nesse cenário, o Galaxy S26+ e, principalmente, este Galaxy S26 acabaram quase invisíveis. E, no entanto, eles estão lá. Em volume, é justamente o S26 que ainda deve sustentar a linha em 2026. Por ser mais compacto, ele também é o mais “acessível” no preço e, por consequência, o mais fácil de indicar para a maioria das pessoas.
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Preço inicial: € 999
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Refletindo com calma, dá para entender por que a Samsung apostou tanto no Ultra: é nele que estão as maiores novidades. Perto dele, o Galaxy S26 parece discreto. Muito mais contido. E isso não é exatamente uma surpresa. No ano passado, o Galaxy S25 já havia prolongado a experiência do Galaxy S24 sem grandes deslizes, mas também sem qualquer ruptura marcante.
No papel, o Galaxy S26 segue exatamente nessa linha de continuidade. Em vez de causar espanto ou criar ansiedade de compra, ele deixa uma pergunta objetiva no ar: ainda assim, ele é um excelente smartphone? Passamos um mês com o aparelho para responder a isso com segurança.
Preço e disponibilidade
Pela primeira vez em várias gerações, a Samsung deixou os preços subirem. O Galaxy S26, versão mais “acessível” da linha, passa a custar € 999 na configuração de 12/256 GB.
Ou seja, acaba o ingresso de entrada de € 899 com 128 GB. No comparativo, o aumento é moderado, algo em torno de € 40 a mais em uma configuração equivalente ao Galaxy S25. E há outro detalhe relevante: pela primeira vez em bastante tempo, a Samsung fica acima do principal rival direto nesse segmento. O iPhone 17 custa € 969 na versão de 256 GB, ou seja, € 30 a menos na mesma capacidade.
Na versão superior, a conta pesa mais. O modelo de 12/512 GB sobe de € 1.079 para € 1.199. Já nas cores, a Samsung mantém uma abordagem discreta, com opções em preto, cinza, azul e verde.
Onde a Samsung já não precisa mais tentar nos impressionar
Uma tela ainda muito bem resolvida
Para começar, a tela cresceu levemente, indo de 6,2 para 6,3 polegadas. É uma evolução pequena, quase imperceptível no uso com uma mão, mas suficiente para colocá-lo no mesmo patamar de aparelhos como iPhone 17, Google Pixel 10 e Xiaomi 17.
Com esse número, o segmento dos compactos parece ter encontrado um novo ponto de equilíbrio. E ele vem crescendo devagar, mas de forma consistente: vale lembrar que o S23 ainda tinha 6,1 polegadas.
No restante, a Samsung permanece fiel a uma fórmula que domina bem. Painel AMOLED LTPO, resolução Full HD+ (2340 x 1080 pixels) e taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz. No uso real, é difícil apontar falhas. O brilho sobe o bastante para garantir ótima leitura ao ar livre.
Sentado em uma área aberta, em pleno meio da tarde, com a tela contra o sol, não tive qualquer dificuldade para ler e-mails ou me perder na seção de comentários de uma matéria esportiva. Mesmo com alguns reflexos em superfícies muito claras ou sob sol mais duro, a leitura continua possível na maior parte das situações.
Na reprodução de cores, o display segue imediatamente atraente. As cores são vivas, com bom contraste e aquele tom levemente quente típico da Samsung, que funciona muito bem no dia a dia. Isso fica especialmente agradável ao alternar entre TikTok, Instagram e vídeos de games no YouTube.
Olhando com mais atenção, os usuários mais exigentes vão notar pequenos excessos. Os vermelhos podem parecer saturados demais, e os brancos tendem um pouco para o quente. Ainda assim, o conjunto continua coerente e fica mais preciso ao ativar o modo “natural”.
Um retorno acertado para o Exynos
A Samsung mudou de estratégia mais uma vez neste ano. Depois de uma geração inteira do Galaxy S25 baseada apenas em Snapdragon, a fabricante retoma uma divisão híbrida. Os Galaxy S26 e S26+ voltam a usar Exynos, mais precisamente o 2600, enquanto o Ultra recebe o SoC Snapdragon 8 Elite Gen 5.
Esse retorno não é trivial. Em 2025, a Samsung havia deixado seus próprios chips de lado para assegurar um nível homogêneo de desempenho e evitar críticas. A decisão funcionou… mas teve custo elevado. Em um mercado em que componentes ficam mais caros e as margens apertam, depender só da Qualcomm empurraria os preços ainda mais para cima.
E a fatura final, que já aumentou neste ano, provavelmente teria ficado mais pesada ainda. Ao retomar o controle sobre seus chips, a Samsung reduz a dependência da Qualcomm, embora ainda não consiga abrir mão dela por completo. É uma decisão ao mesmo tempo estratégica e industrial. Em potência bruta, o Snapdragon 8 Elite Gen 5 continua sendo a referência do momento. Mas, na prática, a diferença é difícil de perceber. O Galaxy S26 é fluido do começo ao fim: navegação, multitarefa, abertura da câmera e processamento de imagem acontecem sem atraso.
Os 12 GB de RAM também ajudam bastante, inclusive com muitos aplicativos mantidos em segundo plano. Em um smartphone compacto, é difícil pedir muito mais. A não ser para quem faz edição avançada de vídeo, algo pouco comum nesse formato, a potência é mais do que suficiente para o usuário médio.
No gráfico, há diferenças, mas elas aparecem principalmente com o passar do tempo. O Snapdragon 8 Elite Gen 5 usa a GPU Adreno 830, mais constante em sessões prolongadas. Do outro lado, o Exynos 2600 traz a GPU Xclipse 950, baseada na arquitetura da AMD, e não faz feio. Todos os jogos mais pesados da Play Store rodam no máximo das configurações gráficas.
Nos primeiros minutos, a fluidez se mantém impecável, sem quedas de taxa de quadros ou instabilidade visível. Depois de cerca de 20 minutos de uso intenso, porém, aparece um leve throttling, sinal de que o processador se ajusta para controlar a temperatura. Passada meia hora, o Galaxy S26 esquenta um pouco mais do que realmente aquece, algo perceptível, mas nunca incômodo na mão.
Onde a Samsung tenta surpreender
Um passo atrás no visual
Naturalmente, com uma tela um pouco maior, o Galaxy S26 também fica ligeiramente mais espesso e mais pesado. Ele passa a medir 149,6 x 71,7 x 7,2 mm e pesa 167 g, contra 146,9 x 70,5 x 7,2 mm e 162 g do S25. Nada drástico, porque a pegada continua excelente. A distribuição de peso está bem resolvida, o aparelho encaixa bem na palma da mão graças às bordas levemente arredondadas e às laterais planas.
A Samsung segue com construção de alto nível, unindo moldura em alumínio e vidro Gorilla Glass Victus 2 tanto na frente quanto atrás. A traseira, com acabamento fosco em Gorilla Glass Victus 2, é agradável ao toque e ajuda a reduzir bem as marcas de dedo no uso cotidiano.
Ainda assim, o S26 visto de costas não tem exatamente a mesma aparência do antecessor. A Samsung abandona os sensores integrados diretamente no chassi e volta a um conjunto de câmeras mais tradicional, com uma saliência alongada. A diferença entre o bloco do S26, à esquerda, e o do S25 do ano passado, à direita, salta aos olhos.
Na prática, esse retorno não convence totalmente. Visualmente, o desenho soa familiar demais e o celular fica instável quando apoiado em uma mesa. É uma mudança visível, mas que parece mais um desvio de rota do que uma aposta de verdade. Ao olhar para aparelhos como o Nothing Phone (4a) Pro, fica claro que ainda há espaço para trazer um pouco mais de frescor a essa parte do design.
Mais autonomia, ainda que sem exagero
A bateria do Galaxy S26 também cresceu um pouco, saindo de 4.000 mAh para 4.300 mAh. É uma evolução contida, mas coerente com a proposta do aparelho. A Samsung preserva um formato compacto, com 167 g e apenas 7,2 mm de espessura, algo cada vez mais raro entre os tops de linha.
Do outro lado, os concorrentes seguem caminhos diferentes. O Pixel 10 chega a 4.970 mAh, mas dentro de um corpo maior, com 204 g e 8,6 mm. A Xiaomi vai ainda mais longe com o Xiaomi 17 e seus 6.000 mAh, 191 g e 8,06 mm, um conjunto no fim das contas bem próximo em tamanho… só que com muito mais capacidade.
A diferença não é apenas de dimensões. Ela também é tecnológica. A Xiaomi usa aqui uma bateria de silício-carbono, que aumenta a densidade energética e permite reunir mais capacidade sem penalizar tanto o tamanho. Já o Pixel 10 e o Galaxy S26 continuam apoiados em uma base de íons de lítio mais convencional. Isso significa atraso da Samsung?
Não necessariamente. O silício-carbono empurra limites no papel, mas ainda é mais difícil de dominar ao longo do tempo, principalmente em estabilidade e envelhecimento. A Samsung parece preferir primeiro consolidar a confiabilidade antes de adotar tudo em larga escala. É uma abordagem cautelosa, quase conservadora, mas coerente com a forma como a empresa industrializa seus produtos.
No uso diário, essa escolha faz sentido. O Galaxy S26 é melhor que o S25 nesse ponto. O Exynos 2600 entrega uma gestão de energia mais estável. Na prática, é possível passar um dia e meio com uso comum sem preocupação; se o consumo for maior, ainda dá para atravessar o dia e a noite sem sufoco. Não é nada espetacular perto dos melhores do mercado, mas, de novo, o S26 não quer impressionar pelo excesso.
O desgaste da bateria do Galaxy S26: a polêmica realmente se justifica?
Poucos dias antes do lançamento, o Galaxy S26 foi alvo de várias matérias, algumas até alarmistas, sobre a durabilidade da bateria. A origem da discussão foi o selo energético europeu, que menciona uma queda de cerca de 40% no número de ciclos em relação ao S25 antes de chegar a 80% da capacidade: algo como 1.200 ciclos no S26 contra 2.000 no S25.
Isoladamente, esse número chama atenção. Mas, quando colocado em contexto, a leitura muda. Nos mesmos selos, o iPhone 17 e o Xiaomi 17 aparecem com cerca de 1.000 ciclos. O Galaxy S26, portanto, segue acima desse patamar.
Em outras palavras, ele não está pior do que os rivais. O que acontece é que a família S25 se posicionava bem acima da média. Outro ponto frequentemente esquecido: um ciclo corresponde a uma carga completa, de 0 a 100%. No uso real, as recargas acontecem em partes, o que dilui o desgaste ao longo do tempo.
Além disso, essa queda teórica vem acompanhada de outro movimento importante. No dia a dia, o Galaxy S26 ganhou um pouco de autonomia e administra melhor a energia do que a geração anterior. Traduzindo: ele precisa ser carregado com menos frequência para o mesmo tipo de uso. Levando tudo isso em conta, é difícil ver um problema real.
Na prática, o S26 deve aguentar vários anos de uso sem drama, algo em torno de três a quatro anos antes de a bateria começar a cair de forma mais evidente. Ou seja, bem acima do ciclo médio de troca.
Onde a Samsung ainda tem dificuldade para surpreender
Carregamento: parece que o tempo parou
Aqui, o diagnóstico é direto. O Galaxy S26 continua limitado a 25 W com cabo, exatamente como o S25, o S24 e até o S23. Na verdade, é preciso voltar ao Galaxy S21 para encontrar o mesmo teto. Cinco gerações depois, nada mudou. É verdade que o contexto evoluiu: os SoCs ficaram mais eficientes, o gerenciamento de energia melhorou e a autonomia total subiu um pouco. Nesse aspecto, a Samsung está fazendo sua parte, e o S26 se sai melhor no cotidiano que seus antecessores.
Segundo nossas medições, são pouco mais de 30 minutos para recuperar cerca de 50% da bateria. Ainda é rápido o suficiente para uma recarga antes de sair de casa. Por outro lado, a etapa final demora mais. Os últimos porcentuais custam a chegar e, para uma carga completa, o tempo fica em torno de 1h15. É ligeiramente melhor que no S25, mas sem mudar a experiência de forma real.
E, sobretudo, diante de concorrentes chineses que conseguem carregar um smartphone inteiro em 20 a 30 minutos, a Samsung segue em um ritmo bem mais contido. A opção combina com a estratégia de preservar a bateria mencionada acima, mas continua sendo frustrante no uso prático.
Foto: não dá mais para culpar só os algoritmos
Outra sensação de déjà vu. Desta vez, a Samsung repete exatamente a mesma combinação do S25 no Galaxy S26. O conjunto traz sensor principal de 50 megapixels (f/1.8), ultrawide de 12 megapixels (f/2.4) e telefoto x3 de 10 megapixels (f/2.2). Para justificar a ausência de mudanças, a fabricante volta a apostar no software, com algoritmos descritos como mais refinados, mais inteligentes e capazes de tirar mais proveito de uma base técnica idêntica.
Aqui, é difícil discordar, principalmente no sensor principal. O trabalho de software aparece logo de cara. As fotos têm um aspecto mais equilibrado e menos agressivo do que antes, especialmente em cenas muito claras. A dinâmica melhora, os contrastes ficam mais bem controlados e a imagem ganha respiro. A assinatura de cores da sul-coreana continua presente, sempre agradável, sobretudo em tons quentes e cenas do cotidiano, mesmo que ainda pareça um pouco exibida.
O ultrawide, porém, continua atrás e merecia claramente um acabamento melhor. O nível de detalhes é correto durante o dia, mas a imagem tende a escurecer nas bordas quando a luz diminui. A nitidez também não é totalmente homogênea. Nada desastroso, mas a sensação é de que estamos relendo as mesmas anotações do ano passado.
O mesmo vale para o telefoto x3. Ainda muito útil para retratos ou cenas um pouco mais distantes, ele entrega um resultado limpo sob boa luz, com recorte preciso e desfoque de fundo convincente. O zoom x3 funciona bem, mas, depois do x10, as limitações aparecem rápido. Em retratos, a exposição ficou melhor, mas os ganhos seguem modestos.
À noite, o S26 vai muito bem, sobretudo em cenas urbanas cheias de luzes. Fachadas, letreiros, postes, vitrines… o smartphone administra muito bem os realces e reduz os halos com eficiência.
Ainda assim, esse controle tem um preço. A Samsung tende a suavizar e reconstruir a imagem, às vezes com exposição um pouco excessiva e um resultado que se afasta da cena real.
Galaxy AI: realmente vale a compra?
Nos últimos três anos, a Samsung transferiu claramente o centro de atração da linha Galaxy S para o ecossistema Galaxy AI. E vale reconhecer um ponto: hoje a empresa está entre as fabricantes mais avançadas nesse assunto, tanto pela quantidade de recursos quanto pela maturidade na prática.
Com o One UI 8.5, essa tendência fica ainda mais forte. A edição de fotos ganha mais acessibilidade, com comandos por texto ou voz para alterar imagens. O teclado, com o Now Nudge, interpreta o contexto para sugerir ações ou organizar automaticamente uma mensagem. A borracha de áudio passa a funcionar em apps de terceiros, como YouTube e TikTok, enquanto a busca interna evolui com uma ferramenta mais inteligente para localizar conteúdo e aplicativos.
Para uma análise completa dessas novidades, vale consultar nosso teste do Galaxy S26 Ultra. Afinal, tirando o Privacy Display, os três novos modelos compartilham exatamente a mesma experiência de software.
E é justamente aí que a pergunta aparece. Mesmo muito bem integrado, o Galaxy AI é, de fato, um argumento suficiente para comprar o S26? Boa parte desses recursos deve chegar, via One UI 8.5, aos Galaxy S25, S24 e S23. Em outras palavras, a Samsung nunca tratou essas inovações como exclusividade definitiva. Isso é ótimo para o usuário, mas não ajuda muito o S26 neste ano.
Se você já usa um Galaxy recente, a experiência será muito parecida. Nesse caso, o Galaxy AI, sozinho, não basta para justificar a troca. Por outro lado, para quem vem de outro Android, o conjunto pode representar uma evolução bem interessante.
Nossa opinião sobre o Samsung Galaxy S26
Para responder à pergunta inicial: sim, sem hesitação, o Galaxy S26 é um excelente smartphone. A tela é brilhante e bem calibrada, o desempenho é impecável e a autonomia melhorou. Além disso, o formato compacto certamente vai agradar quem não quer cair no exagero de um S26 Ultra. No uso diário, a Samsung entrega um aparelho muito maduro e difícil de pegar em falta.
E é justamente aí que começa o debate, porque essa competência toda vem acompanhada de uma certa paralisia. O design muda pouco - ou até muda para pior -, a fotografia ainda depende demais do software e o carregamento não avança há várias gerações. Já o Galaxy AI, talvez o ecossistema de IA mais avançado do Android hoje, não consegue sozinho assumir o papel de diferencial definitivo. Boa parte das novidades deve chegar também às gerações anteriores, até o Galaxy S23. Resultado: a menos que você venha de um modelo mais antigo ou de outra marca, fica difícil enxergar uma ruptura que realmente convença a troca.
No fim das contas, não é exatamente no Galaxy S26 que dá vontade de bater, mas na própria Samsung. A fabricante sul-coreana avança com cautela demais e surpreende cada vez menos. E vale o alerta: a falta de originalidade costuma ser o primeiro passo rumo ao tédio.
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Samsung Galaxy S26
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Nota geral: 8,3/10
| Categoria | Nota |
|---|---|
| Design e ergonomia | 8,0/10 |
| Tela | 9,0/10 |
| Desempenho, interface e IA | 9,0/10 |
| Autonomia e carregamento | 7,5/10 |
| Foto | 8,0/10 |
Gostamos
- Tela brilhante e bem calibrada, muito agradável no uso diário
- Desempenho sólido
- Autonomia em evolução
- 7 anos de atualizações de software e segurança
- Conjunto fotográfico versátil
Gostamos menos
- Foto ainda muito dependente do processamento de software
- Carregamento travado em 25 W há várias gerações
- Novo bloco de câmeras deixa o aparelho mais espesso
- Falta de originalidade no conjunto
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